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FRANKENSTEIN (HAMMER FILMS) NO CINEMA

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Frankenstein é um romance de terror gótico de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. É considerada a primeira obra de ficção científica da história. É um dos mais adaptados para o cinema e por isto separei em três partes distintas, por importância: filmes da Hammer, da Universal, e as demais.

Boa sessão:


O Barão Frankenstein (Peter Cushing), prestes a ser executado na guilhotina, relata sua história ao padre local. Sua juventude como herdeiro de uma fortuna, seus estudos com seu mentor Paul Krempe (Robert Urquhart), as suas pesquisas, culminando com a descoberta de como devolver à vida criaturas mortas, quando ele decide criar um ser humano a partir de restos mortais - mas alguns imprevistos tornam sua criatura (Christopher Lee) um ser agressivo e irracional.


O Barão Frankenstein (Peter Cushing) escapa de sua condenação na guilhotina, e adota o nome de Victor Stein. Atuando como diretor de uma instituição psiquiátrica, e com o auxílio do Dr. Kleve (Francis Matthews), ele encontra nos pacientes internados o material para a realização de novas pesquisas. Experiências diversas ocorrem, inclusive transplantes de cérebro, que nem sempre são bem sucedidas.


Uma das várias incursões da especialista Hammer Film Productions no filão Frankenstein, nos anos 50 e 60, em que a produtora se dedicou a filmes de terror. O Barão Frankenstein (Cushing), já conhecido por suas experiências com cadáveres, é obrigado a sair de um vilarejo. Acompanhado do assistente Hans (Elès), ele retorna ao castelo em ruínas, em Karlstaad, de onde fora expulso algumas vezes. 
O cientista e seu auxiliar descobrem o corpo de um monstro original preservado numa geladeira, mas após experimentá-lo, verificam que o cérebro foi lesado. Um encontro casual com Zoltan (Woodthorpe), praticamente do mesmerismo, faz com o que o barão o convença a recuperar o cérebro por hipnose. O que o cientista ignora é a intenção de Zoltan de submeter o monstro às suas ordens para se vingar das autoridades locais.


No século XIX, no vilarejo de Balkan, o Barão Frankenstein (Peter Cushing) e o Dr. Hertz (Thorley Walters) estão trabalhando numa experiência secreta que consiste em transferir a alma de pessoas mortas para outros corpos. Seu assistente, Hans (Robert Morris), é acusado injustamente de assassinar o pai de sua namorada Christina e é condenado a morte na guilhotina. 
Ao receber a notícia, sua amada suicida-se. O Barão Frankenstein então tem a chance de realizar seu experimento, transferindo a alma de Hans para o corpo de Christina. No entanto, a alma de Hans anseia por vingança e terá a oportunidade de se vingar de seus inimigos.


A experiência do Barão Frankenstein deu errado, muito errado. Assim, outra vítima repousa em um túmulo provisório. De repente, uma corrente de água estoura, forçando o braço do cadáver para a superfície. Logo a corrente leva o corpo para cima. Em pânico, o ajudante do Dr. Frankenstein tenta esconder o corpo novamente. mas não é que cadáveres podem mesmo ser incontroláveis? 


Frankenstein está preso em um hospícios para loucos e assassinos, mas continua seus experimentos secretamente. Com a chegada do Dr. Helder, preso por praticar os mesmos crimes do Barão, ambos unirão forças para criar a melhor e mais sofisticada criatura já vista. Para isso, eles contarão com o corpo de Herr Schneider, um brutamontes que foi mantido vivo por Frankenstein após cometer suicídio e Sarah, uma linda jovem muda que auxilia o Barão e é carinhosamente chamada de Angel. Mas que tipo de criatura surgiria em um lugar desses? Que criatura diabólica seria trazida á vida se Frankenstein só dispões dos corpos e mentes de perigosos criminosos? E será Frankenstein capaz de pará-lo quando ele sair em sua orgia de matança?


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