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12 PRODUÇÕES QUE DECEPCIONARAM EM 2025

O cinema e a televisão sempre caminham lado a lado com a expectativa do público. Trailers impactantes, elencos de peso, diretores consagrados e franquias consolidadas criam a promessa de experiências memoráveis, nem sempre cumpridas. Em 2025, não foi diferente: algumas das produções mais aguardadas do ano chegaram cercadas de hype, discursos ambiciosos e altas projeções, mas acabaram frustrando crítica e audiência por diferentes motivos, que vão de roteiros frágeis a escolhas criativas questionáveis. Nesta lista, reunimos 12 produções que decepcionaram em 2025, analisando onde as expectativas foram criadas e por que o resultado final ficou aquém do que se esperava. Inclusive na lista, há um filme quase unânime, mas que fracassou nas bilheterias...

James Gunn parecia o cara certo para dar vida aos filmes da DC. Mas era o cara certo para levar as piadinhas da Marvel e fazer filmes sobre equipes disfuncionais, com cachorros e monstros coloridos. Superman já inicia sua nova jornada apanhando (muito), com um orçamento além (225 milhões), uma receita aquém (616,8 milhões). Os fãs se preocuparam mais em enfatizar que a DC ganhou da Marvel em 2025 do que em entender que todos perdemos.

Gunn achou que seria ótima ideia nerfar o Superman, fazer da Lois e Clark o casal mais sem carisma possível, dar importância ao Krypto, bem como personagens que aparecem menos que eu nas HQs. E de quebra, dar ao público a pior cena pós-crédito desde... a pior da Marvel.

Avatar: Fogo e Cinzas é um lixo azul, 3D, que custou 400 milhões e dificilmente vai fazer os 2 bi dos anteriores. Motivo: o que era ruim ficou pior: a história. Cameron convenceu os produtores a dividir o segundo filme em dois, tornando este um filme estendido do segundo. E, de quebra, comete o pecado de não explorar visualmente possibilidades em Pandora e não levar o público a desejar o quarto.

Stranger Things sempre foi incrível para os apaixonados pela cultura retrô oitentista. Visualmente incrível, muito bem produzido, uma história muito interessante. O problema é que o tempo passou, as crianças cresceram e o sucesso parecia cada vez maior. Resultado? A última temporada foi dividida em trocentos episódios de trocentas horas e ainda foi arrogante o suficiente para lançar seus últimos episódios no Natal e Ano Novo, deixando claro que sua intenção era desagregar e causar tensão na casa dos fãs. Mas tudo isto valeria a pena se não fizessem trocentos episódios de trocentas horas de pura enrolação. Ai, o fã que não sabe se expor, agride, ataca. Sobrou até para o botox da Milly Bobby Brown, que mudou até de nome durante a exibição, tornando ainda mais caótico o cenário, pois a atriz pareceu querer ir além do nome de casada, mas dissociar sua imagem da 11. 

O nome de Jordan Peele em um filme de terror provoca quase todas as emoções positivas; mas Goat é um desastre, que divide com Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes o pódio dos piores do ano. Goat é tudo, menos uma produção de Jordan Peele. Ele provavelmente quis incentivar alguém ou aprovou fazer parte da produção sem tomar conhecimento do que estava sendo feito. 

Lobisomem, chegando aos cinemas pelo diretor da obra-prima Homem Invisível, pela Blumhouse, no ano do terror no cinema e TV, e ainda para completar, Julia Garner no elenco. Era quase impossível dar errado. Mas também é quase impossível você ganhar na loteria, mas acontece, né?

Paul Thomas Anderson é um diretor que amo. Fez dois dos meus filmes favoritos: Boogie Nights e Sangue Negro. Leonardo DiCaprio tem sido um ator que acerta todo projeto que faz. Dito isto, este filme está nesta lista por dois motivos. Primeiro, eu odiei o filme. E não digo que fui o único, mas ele é, de fato, uma unanimidade. Querido por todos, divide os holofotes de melhor do ano com Pecadores. Isto leva ao segundo motivo: o filme foi um desastroso fracasso financeiro. 

Com um orçamento em torno de 200 milhões de dólares, ele fez 205 e precisava de uns 450 para começar a dar lucro. Para efeito comparativo, Quarteto Fantástico, que também custou 200, quase não deu lucro, finalizando com 521,9 milhões de bilheteria. Já Thunderbolts, que custou 180 milhões, rendeu 382,4 milhões e foi considerado fracasso. Mas Uma Batalha após a Outra, você só vê elogios empilhados em elogios. Parece que o pessoal copia e cola opiniões sem ao menos ver o filme. Vai saber...

Entre caminhos que se mostraram erráticos com o tempo e desgaste, Capitão América chega, com muitos atrasos, em meio a muita desconfiança. Apostaram no pior erro possível: serem desonestos com o público. Venderam um Hulk Vermelho protagonista, que mal aparece, acaba o filme. Parabéns, muito ruim.

Um filme com Jenna Ortega no auge dos holofotes, Barry Keoghan no auge dos ótimos papéis e Trey Edward Shults no comando, após dirigir os ótimos Krisha, Ao Cair da Noite e As Ondas, todos pela A24, era aposta certeira. Mas o resultado é um desastre narrativo inacreditável. Quando eu assisti, sabia da fama, mas não acreditei. Vi e achei pior.

Round 6 sofreu pelo sucesso da primeira temporada. Não era para existir continuação. Mas tudo é tão memorável que se tornou impossível não dar sequência. Porém, eles decidiram dividir em duas, acrescentar gordura trans (não é um trocadilho com a melhor personagem da segunda temporada, a 120) e o resultado é visto na telinha.

O que esperar da segunda temporada de uma série que melhor adaptou um game para o cinema/TV? Tudo. O segundo episódio, com uma morte inesperada para quem nunca jogou Last of Us, é devastador. A série subiu mais duzentos patamares, para então se jogar para a morte com cenas como "Eu vou ser pai". Diluir a vingança para focar em romance com protagonista que interpreta um total de zero cenas foi sacrificar a maior série do ano.

Todos os MI no cinema caminharam em uma crescente, cada um melhor que seu antecessor. Mas aí, o "último filme" foi dividido em dois (atual receita do fracasso), o segundo foi anunciado como último, depois mudou de nome, depois já nem garantiram que seria o último. Mas isto não faz o filme ser ruim; o problema é o que acontece nas intermináveis 2h50 de uma ação confusa, mal executada e nada inspirada.

Acredito que Branca de Neve nem seja uma decepção, se pensarmos o quão problemático foi seu desenvolvimento. Do problema com os anões à divergência entre as atrizes principais, mas o fato é que o filme é péssimo. 

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