JOGOS MORTAIS - JIGSAW (2017) - FILM REVIEW
🔷Jogos Mortais - Jigsaw (2017).
Como a fórmula foi esgotada, era natural uma reinvenção. E a escolha dos diretores, irmãos, Michael Spierig e Peter, que fizeram um ótimo trabalho com O Predestinado (2014), 2019 - O Ano da Extinção (2009) e A Maldição da Casa Winchester (2018), foi bem acertada. Ainda que o filme tenha tido, basicamente, o orçamento da maioria dos filmes (10 milhões), a qualidade percebida nas telas é de outro nível.
O filme se inicia com a perseguição que termina com um jovem baleado dizendo que os jogos começaram. Paralelamente, após uma série de assassinatos, todas as pistas estão sendo levadas a John Kramer (Tobin Bell), o assassino mais conhecido como Jigsaw. À medida que a investigação avança, os policiais se encontram perseguindo o fantasma de um homem morto há mais de uma década.
Cada um dos membros do elenco principal, incluindo o próprio Jigsaw (Tobin Bell), apareceu em material promocional com a pintura clássica do boneco de Jigsaw. Este é o terceiro filme da série a apresentar as principais cobaias progredindo por meio de uma série de armadilhas, mudando a ideia narrativa para um "escape room".
Um aspecto significativo de "Jigsaw" é sua tentativa de revitalizar a franquia e introduzir um novo capítulo, mantendo-se fiel aos elementos centrais da série. Porém, o faz de forma torpe. Jigsaw virou um comerciante da dor, que vende o produto em troca de uma redenção que nunca vem, nem mesmo na morte dos infelizes jogadores compulsórios.
O sádico doente terminal e inventor de extravagantes armadilhas mortais projetadas para torturar e matar pecadores de maneiras revoltantes, conseguiu sobrevida graças a flashbacks intermináveis e ao número excessivo de seguidores que antes eram suas vítimas. E claro, aos produtores sempre dispostos a torrar 10 milhões para gerar 100.
Vendo por esse lado, vamos descobrir em breve que o vilão foi clonado e que ainda viverá muitas aventuras mortais no cinema.



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