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BRINQUEDO ASSASSINO 3 (1991) - FILM REVIEW

 

🔷 Brinquedo Assassino 3 (1991) 

O desafio de cada roteirista de um slasher é inventar a melhor maneira possível de trazer o assassino de volta. Eles falham sempre, mas ninguém se importa. Neste terceiro filme, a "alma" no boneco volta quando o sangue do boneco antigo é acidentalmente levado para a fabricação de um novo Chucky. 

Anote e aprenda: A alma vai pelo sangue. 

Após oito anos, o garoto que era perseguido pelo boneco assassino se tornou um adolescente matriculado em uma academia militar. A companhia que fabricou o brinquedo acredita que, depois de todo este tempo, a má publicidade em virtude dos trágicos acontecimentos tinha acabado. 

Assim, ela fabrica o terrível boneco outra vez usando o material antigo, o que faz com que mais uma vez o espírito do serial killer volte a vida. Porém, ao procurar seu antigo dono, o boneco cai nas mãos de outro garoto. Diante deste quadro, o demoníaco brinquedo considera muito mais fácil transferir sua alma para esta inocente criança, mas o antigo dono sabe que o espírito do assassino está vivo outra vez e pretende fazer algo para detê-lo.

Voltando ao roteiro e aos problemas do primeiro filme

Sob pressão da Universal, o roteirista Don Mancini foi convidado a começar a escrever o terceiro filme antes mesmo do lançamento do segundo. Assim, este filme foi lançado apenas nove meses após Brinquedo Assassino 2 (1990). Mancini o considerou o que menos gostou porque sentiu que estava sem ideias logo após o segundo capítulo. É também o menos favorito de Brad Dourif na série.

Mancini inicialmente queria introduzir o conceito de "múltiplos Chuckys" no filme, mas devido a restrições orçamentárias, a ideia acabou sendo descartada. Mancini posteriormente utilizou esse conceito 26 anos depois para O Culto de Chucky (2017).

O filme foi o centro do pânico dos tabloides na Grã-Bretanha, com um jornal - The Sun - até exigindo que as cópias existentes fossem queimadas. Jornalistas alegaram que o filme influenciou dois meninos de 10 anos no assassinato de uma criança mais nova, James Bulger, de dois anos, embora mais tarde tenha sido determinado que nenhum deles tinha realmente visto o filme.

A repulsa generalizada ao caso levou a maioria dos grandes varejistas de vídeo a retirar o título de suas prateleiras. A Sky Television retirou o filme da transmissão televisiva no Reino Unido, e o Canal+ fez o mesmo na Espanha. O filme levou a uma nova legislação que impôs restrições adicionais de idade a certos filmes de vídeo e era raro no Reino Unido até ser lançado em DVD em 2000, quando a controvérsia foi esquecida.

A decepção de bilheteria deste filme (arrecadou apenas US$ 20,5 milhões com um orçamento de US$ 13 milhões) é a razão pela qual não houve outro filme de Chucky por sete anos, até A Noiva de Chucky (1998).

Uma novelização vinculada foi escrita mais tarde por Matthew J. Costello. Assim como no filme 2, este teve algumas partes do próprio autor. No início (ao contrário do filme), na fábrica Play Pals, um rato procura comida e mastiga os restos mortais de Chucky. O sangue então escorre para outro boneco. A morte de Chucky neste livro também é diferente. Nele, Andy atira no peito de Chucky, o que faz seu corpo cair no chão, e vê sua cabeça se quebrar em sangue, metal e plástico.

Repare como Chucky sempre perde a mão direita antes de morrer - em Brinquedo Assassino (1988), a mãe de Andy atira nela. Em Brinquedo Assassino 2 (1990), Chucky o arranca para fugir de um bar. Neste filme, Andy corta com uma faca. 

E sabe o significa isto dentro da franquia? 

Nada.


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